segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Texto com Intertexto + Retexto

Trata-se de uma aquecimento inicial da disciplina para a análise diversas formas de se contar uma história (prosa/poesia/aula/infográfico/game/filme/animação/arte sequencial/etc) entretanto para aproveitar a produção, a história inicial (que será chamado de texto-fonte) deverá ser baseada em conteúdos cinematográficos, ou seja, deve fazer referência ou alusão à história do cinema e suas peculiaridades.

Depois de escrita essa pequena história, os trabalhos serão trocados e os novos grupos irão reescrevê-los usando arte sequencial com técnicas de sketch, photoshop ou foto.

Público-alvo: interessados em arte sequencial e histórias
Formato: jpeg 500px de largura por altura necessária

Tipo de entrega:
1) Texto-fonte: entrega escrita em forma de storyline 07/nov
2) Retexto: jpeg com busca de intertextos

Grupos: dupla










Foto-texto

Fotomensagem

Com o objetivo de promover uma revisão dos assuntos de fotografia de uma forma divertida, foram desenvolvidas criativamente 4 imagens para redes sociais associadas a mensagens de qualquer estilo. 

As fotos foram planejadas com antecedência (ou deveriam ser) e apresentados em forma de sketch ( bem, o resultado seria mais produtivo se o sketch fosse produzido antes da foto, e não o contrário).

Os resultados foram entregues em formato jpeg. São 4 fotomensagens para redes sociais, cada uma delas com uma característica específica:

  • a.     movimento riscado
  • b.     Movimento congelado
  • c.     Lightpaint
  • d.     Baixa Profundidade de Campo
Público-alvo: depende do conteúdo da fotomensagem, mas praticamente usuários de redes sociais

Grupos: dupla




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sábado, 22 de junho de 2013

Traduzindo imagens


Retextualização:: Pequena narrativa > storyboard > fotosequência

Solicitei aos alunos que traduzissem textos em imagens, para isso seria necessário que desenvolvessem um pequeno texto reflexivo que servirá de base para uma fotosequência, esses textos poderiam ser simples narrativas contanto apenas fragmentos de histórias para ser representadas visualmente.

O resultado foi gratificante, pois de um lado havia o anseio da aula com um professor novo ainda desconhecido e que não sabiam ao certo o grau de exigência do conteúdo, e por outro lado,  uma qualidade técnica apurada de alunos dedicados e que não se satisfazem em fazer apenas o que foi solicitado, buscando sempre ir além. Assim, as história ganharam uma complexidade e um profundidade semântica intensa.

A ideia inicial era escrever uma pequena história que passou a ser chamada de texto-fonte. Esses textos-fonte foram trocados entre as equipes e cada nova equipe desenvolveu um storyboard.  Para nós a storyboard foi considerado um meio de transição, cujo fim seria servir de subsídio de uma nova linguagem, a fotosequência

Nesse momento os textos-fonte foram suprimidos, exigindo um afastamento da linguagem original para uma nova linguagem: uma sequência de fotos a partir do storyboard. As equipes tiveram um prazo de uma semana.

Texto 1 -  Ahn?

Como ele fez pra pôr um sonho noutro sonho?

Real e imaginário,
Sobrepostos e misturados.
Quando acordado nada faz sentido
Envolvido pelo sono,
Cessam todos os ruídos.
Lá no consultório, ao doutor parece lógico:

ESQUIZOFRENIA. Tome a conta e o diagnóstico.


Texto 2 – Vida Coxinha

Crianças nascem com sonhos
Crescem focados no que querem realizar
Envelhecem e acomodam-se com o sonho dos outros
Morrem com a vida vazia.

Texto 3 – andava sozinho pela rua, sabia que não deveria
ter saído da cama naquele dia.
O barulho era caótico.
Pessoas correndo,
buzinas, celulares.
Olhou para um lado e de repente,..., 

silêncio, silêncio, silencio...

Texto 4 – A viagem

Um homem andava normalmente na calçada
lançando sua bela maçã.
A cada três passos, sem medir sua força
a maçã alcançou um voo vertical à vários andares
do antigo prédio.

Texto 5 – “- De tanto esperar a justiça divina, ela,
como  pertencente a um povo, se auto intitulou
“ A VOZ DE DEUS” e fez justiça com as próprias mãos.
Sacrilégio.”

Texto 6 – Segunda-feira, 5:40 da manhã, como de costume ele levanta da sua cama, toma seu banho de toda manhã, escova seus dentes na frente do espelho, toma seu café amargo cotidiano, e sai para mais um dia de trabalho com a estranha sensação de que algo está fora de sua rotina.
Chega no mesmo ponto de ônibus e embarca automaticamente no primeiro ônibus que passa.
Ele se acomoda e cochila.
Acorda às 7, hora de descer.
Com surpresa ele percebe que está onde não deveria estar, no gueto.
Lugar onde sempre e noite, onde a violência e a lei do cão imperam, um lugar para poucos e fortes,
onde os fracos não tem vez           .
Amedrontado com todos os olhares em sua direção, caminha lentamente tentando se
Passar despercebido. Perdido embarca novamente no primeiro ônibus que aparece.
Aliviado por estar fora de perigo, cochila.
E como de costume ele acorda como sempre e desce no seu ponto.
Porém ele está no gueto. Surpreso por voltar procura desesperadamente por alguma maneira de escapar.
Encontra uma estação de metrô, e de baixo dos olhares das piores espécies, embarca no primeiro metrô.
De olhos bem abertos acompanha o caminho do metro pela janela para ter a certeza de que sairá daquele lugar.
Muitas paradas depois resolve descer.
Encontrando uma estação deserta corre pelas escadas de saída e com um grito desumano percebe que todos os caminhos levam ao gueto.


7- "It's like a coal to New Castle"